19 maio, 2018

(Divulgação) "Tudo Sobre Saúde: As Verdades e as Mentiras" - Prof. Jacques Belghiti e Annette Vezin


Na era da Internet e das enciclopédias médicas, porquê publicar este livro? Porque a informação disponível na rede está disseminada, é muitas vezes contraditória, e só muito raramente está cientificamente documentada.
Sabemos bem que nem todos os estudos são fidedignos, e que alguns são financiados de modo mais ou menos claro, que são construídos e redigidos por laboratórios farmacêuticos. Talvez não saibamos que outros são favorecidos por grupos de pressão de médicos ou de doentes. Mas rejeitá-los em bloco, com o pretexto de que «são todos treta», não fará mais do que perpetuar a influência das ideias feitas. Este é o entendimento, desde há muito tempo, dos universitários e das autoridades sanitárias do mundo. As crises de fígado existem mesmo? Os pelos crescem mais rijos se os cortarmos? Os olhos azuis são mais sensíveis? Trabalhar para o bronze pode ser viciante? E mais: a força de vontade é importante para curar um cancro? As ondas são perigosas? Ou ainda: ter relações sexuais com frequência reduz o risco de cancro da próstata? De facto, é difícil negar que a saúde está entre os bens mais preciosos da humanidade. Este livro é o resultado de longas conversas entre dois amigos: Jacques Belghiti, professor de cirurgia digestiva, pioneiro no transplante de fígado, e atual membro do Collège de la Haute Autorité de Santé, e Annette Vezin, jornalista profissional. O nosso objetivo? Confrontar as ideias feitas na área da saúde com as investigações mais recentes, muitas vezes com sentido de humor, quando o tema a isso se presta, mas sempre com um grande rigor científico. Graças aos estudos publicados no mundo inteiro, muitas vezes por um corpo médico mais pragmático, como acontece nos países anglo -saxónicos, um grande leque de respostas vem dissipar as dúvidas sobre os temas mais variados e surpreendentes. Por exemplo, um estudo britânico, com mais de sessenta anos, sugeria já o benefício do exercício físico, mostrando que as subidas e descidas das escadas, impostas aos revisores de autocarros de dois andares, lhes permitia obter uma esperança de vida maior do que a dos seus colegas motoristas.

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